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Como eliminar alta rotatividade na sua empresa!

12 de abril de 2022

Conheça o DISC: a ferramenta para eliminar a alta rotatividade

 

Com certeza você já ouviu falar no termo “turnover”, também conhecido como rotatividade de funcionários. Empresas com alto turnover desperdiçam tempo e recursos na busca por solidificação de uma equipe de alta performance, mas, por algum motivo, não conseguem encontrar pessoas que se adaptem bem aos cargos e que permaneçam por um bom tempo na organização.

A alta rotatividade está relacionada é justamente marcada pelo fluxo de entradas (admissões) e saídas (desligamentos e demissões) de pessoas em uma organização. Durante 2020, o Novo CAGED divulgou uma pesquisa que evidencia que as demissões cresceram 10,5% e as admissões caíram em 9,6%, ou seja, há mais pessoas sendo desligadas do que admitidas no mercado de trabalho.

Para evitar esse problema e potencializar os recursos da empresa, o DISC se torna uma ferramenta para evitar o alto turnover, podendo ser aplicada durante o processo seletivo e mapeamento de cargos.

Continue a leitura para entender como a alta rotatividade pode ser evitada com a aplicação do DISC no processo seletivo.

 

O que é turnover?

O termo “rotatividade”, por si só, se refere à entrada e saída de pessoas em determinado local. Contudo, quando aplicado ao contexto do mercado de trabalho, a rotatividade de funcionários passa a ser conhecida como “turnover” ou “turnover rate”, designado para medir o índice de colaboradores que entram e saem da empresa por diversos motivos.

De maneira geral, muitas organizações dividem a rotatividade de pessoal em duas categorias: o turnover voluntário e o involuntário. O voluntário é definido pelo número de colaboradores que pediram demissão da organização.

Esse pedido de demissão pode ter sido causado por diversos motivos, desde a insatisfação com a política interna da empresa, acúmulo de atividades, má gestão e, em grande parte dos casos, falha na adaptação.

O turnover voluntário costuma apresentar indicadores importantes que merecem atenção dos gestores da empresa, pois, normalmente, evidenciam que algo não está funcionando da maneira que deveria ou até mesmo de que as pessoas contratadas, ainda que bons profissionais, não conseguem produzir.

Ainda dentro do conceito de turnover voluntário, encontra-se o turnover disfuncional, que se refere aos casos em que um colaborador importante sai da companhia e isso gera impactos na composição do capital humano da organização, causando um desfalque ainda mais relevante.

Em paralelo, a rotatividade involuntária (turnover involuntário) refere-se aos profissionais que foram dispensados pela empresa. Ainda que seja um movimento provocado pela própria organização, é um indicador que também provoca impacto negativo e pode ser potencializado pela baixa produtividade, comportamento inadequado, corte de gastos internos, entre outros motivos.

Como a alta rotatividade pode afetar a sua empresa?

Ter colaboradores saindo da empresa sempre é uma dor de cabeça para a liderança, ainda mais quando isso se dá em grandes volumes. O recrutamento, quando bem conduzido, tem o poder de diminuir esse fluxo, mas para que ele realmente funcione, é preciso entender os impactos da falta de investimento nessa etapa do processo.

  1. Sobrecarga de trabalho

 Mesmo quando falta mão de obra, as atividades da organização não podem deixar de serem feitas de uma hora para outra, o que faz com que todo o escopo de atividades seja redistribuído para as pessoas que permaneceram.

O problema é que, geralmente, o mesmo profissional acaba desempenhando várias funções para suprir a falta de outros. Além da sobrecarga de trabalho, que não é nada saudável para a empresa e muito menos para o colaborador, o clima organizacional é consequentemente afetado, visto que há mais pressão para as entregas.

  1. Aumento de gastos com novas contratações

Quando uma empresa investe em novos colaboradores, ela investe tempo e dinheiro para garantir que pessoas bem capacitadas e adeptas à sua cultura sejam contratadas. O processo seletivo pode ser composto por várias fases, normalmente necessitando de gastos também com avaliações psicológicas para validar as impressões coletadas em entrevistas.

Além disso, o investimento também é feito no processo de integração, de onboarding e todas as etapas para desenvolvimento e capacitação dessas pessoas.

A alta rotatividade cria, então, o pior cenário: logo após feito tudo isso, o colaborador sai da empresa, o que faz com que todo o processo precise ser feito do zero, tendo novamente os gastos com todas as etapas.

Será necessário fazer uma nova contratação, gastando-se mais com todo o processo de recrutamento e seleção e com todas as fases de integração novamente. Ademais, ainda que o novo processo seletivo seja mais assertivo que o anterior, também demandará tempo para que o novo colaborador esteja realmente adaptado e integrado à empresa.

Como evitar a alta rotatividade

Não existe um único caminho recomendado para evitar a alta rotatividade de colaboradores, visto que é um trabalho contínuo e multifacetário. Contudo, existem algumas alternativas que podem ser tomadas para que essa taxa diminua.

A primeira delas é a proximidade da liderança com as equipes, para entender os motivadores de cada colaborador e, assim, ser capaz de incentivá-los com projetos e desafios que o façam querer permanecer na empresa.

Além disso, o investimento em um processo seletivo de qualidade é o diferencial de uma liderança de sucesso. Existem ferramentas que podem ser usadas no processo seletivo que conseguem mapear o perfil comportamental dos candidatos para prover um feedback mais assertivo para a liderança entender se realmente aquela pessoa se adaptará à cultura e processos da empresa.

A RH Consultoria empresarial é especialista na aplicação do DISC, um teste de perfil profissional capaz de ajudar a liderança a mapear os cargos e habilidades necessárias para cada um deles, bem como a identificação de candidatos que façam um “match” com o que for estruturado com a liderança.

Adriano Souza
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